domingo, 2 de novembro de 2008

Mercedes Sosa

Esqueçam a parte religiosa desta música. Vejam a mensagem. E que todos possamos refletir, o quanto temos sido conformados, que seja uma alerta para todos nós. Enquanto dormimos em nosso conformismo, muitos tem dado a volta por cima de nossas cabeças e esmagando a esperança de viver e sonhar.

" Só peço que a guerra não me seja indiferente. É um monstro grande pisa forte, toda pobre inocente dessa gente. "

Que deixemos de sermos conformados.
Que possamos acordar.

A mensagem final da musica pertence a Mahatma Ghandi.

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Catecismo Revolucionário

CATECISMO REVOLUCIONÁRIO

por Michael Alexandrovich Bakunin

Princípios Gerais

Negação da existência de um Deus real, extra-mundial, pessoal e portanto, de qualquer revelação e de qualquer intervenção divina nos negócios do mundo e da humanidade. Abolição do serviço e do culto da divindade.



Substituindo o culto de Deus pelo respeito e o amor da humanidade, declaramos a razão humana como critério da verdade; a consciência humana como base da justiça
; a liberdade individual e coletiva como criadora única da ordem da humanidade.

A liberdade é o direito absoluto de todo homem ou mulher maiores de só procurar na própria consciência e na própria razão as sanções para seus atos, de determiná-los apenas por sua própria vontade e de, em conseqüência, serem responsáveis primeiramente perante si mesmos, depois, perante a sociedade da qual fazem parte, com a condição de que consintam livremente dela fazerem parte.

Não é verdadeiro que a liberdade de um homem seja limitada pela de todos os outros. O homem só é realmente livre na medida em que sua liberdade, livremente reconhecida e representada como por um espelho pela consciência livre de todos os outros, encontre a confirmação de sua extensão até o infinito na sua liberdade. O homem só é verdadeiramente livre entre outros homens igualmente livres, e como ele é só livre na condição de ser humano, a escravidão de um só homem sobre a terra, sendo uma ofensa contra princípio da humanidade, é uma negação da liberdade de todos.

A liberdade de cada um só se realiza, pois, com a igualdade de todos. A realização da liberdade na igualdade de direito e de fato é a justiça.

Existe apenas um dogma, uma única lei, uma única base moral para os homens, é a liberdade. Respeitar a liberdade do próximo é um dever; ama-lo, ajuda-lo,servi-lo é uma virtude.

Exclusão absoluta de qualquer princípio da autoridade e da razão de Estado - a sociedade humana, endo sido primitivamente um fato natural, anterior a liberdade e ao despertar do pensamento humano, transformada mais tarde em fato religioso, organizada de acordo com o princípio da autoridade divina e humana, deve reconstituir-se, hoje, com base na liberdade, que deve ser de ora em diante o único princípio constitutivo de sua organização politica e econômica. A ordem na sociedade deve ser resultante do maior desenvolvimento possível de todas as liberdades locais, coletivas e individuais.

A organização política e econômica da vida social deve partir, conseqüentemente, não mais como atualmente de cima para baixo e do centro para a circunferência, por principio de unidade e de centralização forçadas, mas de baixo para cima e da circunferência para o centro, por princípios de associação e de federação livres.

domingo, 3 de agosto de 2008

A propósito!

Definição de Anarquia
Visto que todas as formas de governo falharam, o ANARQUISMO apresenta sua proposta: ESTUDAI-O!!! Por que acreditar no Anarquismo? O anarquismo é neutro, e defende a sociedade ideal que tanto sonhamos. Uma vez que você acredita, nada mais é capaz de te desiludir ou decepcionar, pois o anarquismo já fará parte de você, e jamais te trairá como o nosso sistema atual, que é covarde e ganancioso. Se vc desistir dessa causa, vc terá se traído, não o anarquismo, que prosseguirá com as pessoas conscientes. Anarquia é uma palavra grega que significa literalmente "sem governo", isto é, o estado de um povo sem uma autoridade constituida. Antes que tal organização começasse a ser cogitada e desejada por toda uma classe de pensadores, ou se tornasse a meta de um movimento, que hoje é um dos fatores mais importantes do atual conflito social, a palavra "anarquia" foi usada universalmente para designar desordem e confusão. Ainda hoje, é adotada neste sentido pelos ignorantes e pelos adversários interessados em distorcer a verdade. Não vamos entrar em discussões filológicas, porque a questão é histórica e não filológica. A interpretação usual da palavra não exprime o verdadeiro significado etimológico, mas deriva dele. Tal interpretação se deve ao preconceito de que o governo é uma necessidade na organização da vida social. O Homem, como todos os seres vivos, se adapta às condições em que vive e transmite , através de herança cultural, seus hábitos adquiridos. Portanto, por nascer e viver na escravidão, por ser descendente de escravos, quando começou a pensar, o homem acreditava que a escravidão era uma condição essencial à vida. A liberdade parecia impossível. Assim também o trabalhador foi forçado, por séculos, a depender da boa vontade do patrão para trabalhar, isto é, para obter pão. Acostumou-se a ter sua própria vida à disposição daqueles que possuíssem a terra e o capital. Passou a acreditar que seu senhor era aquele que lhe dava pão, e perguntava ingenuamente como viveria se não tivesse um patrão. Da mesma forma, um homem cujos membros foram atados desde o nascimento, mas que mesmo assim aprendeu a mancar, atribui a estas ataduras sua habilidade para se mover. Na verdade, elas diminuem e paralisam a energia muscular de seus membros. Se acrescentarmos ao efeito natural do hábito a educação dada pelo seu patrão, pelo padre, pelo professor, que ensinam que o patrão e o governo são necessários; se acrescentarmos o juiz e o policial para pressionar aqueles que pensam de outra forma, e tentam difundir suas opiniões, entenderemos como o preconceito da utilidade e da necessidade do patrão e do governo são estabelecidos. Suponho que um médico apresente uma teoria completa, com mil ilustrações inventadas, para persuadir o homem com membros atados, que se libertar suas pernas ou mesmo viver. O homem defenderia suas ataduras furiosamente e consideraria todos que tentassem tira-las inimigos. Portanto, se considerarmos que o governo é necessário e que sem o governo haveria desordem e confusão, é natural e lógico, que a anarquia, que significa ausência de governo, também signifique ausência de ordem. Existem fatos paralelos na história da palavra. Em épocas e países onde se considerava o governo de um homem (monarquia) necessário, a palavra "república" (governo de muitos) era usada exatamente como "anarquia", implicando desordem e confusão. Traços deste significado ainda são encontrados na linguagem popular de quase todos os países. Quando esta opinião mudar, e o público estiver convencido de que o governo é desnecessário e extremamente prejudicial, a palavra "anarquia", justamente por significar "sem governo" será o mesmo que dizer "ordem natural, harmonia de necessidades e interesses de todos, liberdade total com solidariedade total". Portanto, estão errados aqueles que dizem que os anarquistas escolheram mal o nome, por ser este mal compreendido pelas massas e levar a uma falsa interpretação. O erro vem disto e não da palavra. A dificuldade que os anarquistas encontram para difundir suas idéias não depende do nome que deram a si mesmos. Depende do fato de que suas concepções se chocam com os preconceitos que as pessoas têm sobre as funções do governo, ou o "Estado" como é chamado.
Por Errico Malatesta (em anarquia, 1907)

Em tempos de eleição, quando você ouve discursos e não vê alternativas, saiba que sempre existe uma saída (e não é Cumbica nem Congonhas!): ANARQUIA!!!!!

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Consciência de classe

A Consciência de Classe

Georg Lukács

Extraído de História e Consciência de Classe, Georg Lukács, Ed. PCUS, 1960

"Não se trata do que tal ou qual proletário ou mesmo o proletariado inteiro se represente em dado momento como alvo. Trata-se do que é o proletariado e do que, de conformidade com o seu ser, historicamente será compelido a fazer. "


Marx, A Sagrada Família

Infelizmente, para a teoria e para a praxis do proletariado, a obra principal de Marx se interrompe no momento preciso em que aborda a determinação das classes. Pois o movimento que a ela se seguiu se tem limitado, neste ponto decisivo, a interpretar e a confrontar as ocasionais declarações de Marx e Engels, a elaborar e a aplicar, ele próprio, o método. A divisão da sociedade em classes deve ser definida, no espírito do marxismo, pelo lugar que elas ocupam no processo de produção. Que significa, pois, a consciência de classe? Desde já a questão se subdivide em uma série' de questões parciais, estreitamente ligadas entre si:
1º) Que se pode entender (teoricamente) por consciência de classe?
2º)Qual a função da consciência de classe assim (praticamente) compreendida na luta de classes? Esta questão se relaciona à seguinte: trata-se, a questão da consciência de classe, de uma questão sociológica "geral" ou essa questão tem um significado para o proletariado que as demais classes, até hoje aparecidas na história, ignoraram? E finalmente: formam, a essência e a função da consciência de classe, uma unidade ou aí se pode distinguir gradações e camadas? Se se pode, qual é, então, sua significação prática na luta de classe do proletariado?



I

Em sua célebre exposição do materialismo histórico,[1] Engels parte do seguinte ponto: embora consista, a essência da história, em que "nada se produz sem desígnio consciente, sem fiz desejado", a compreensão da história exige que se vá mais longe. De um lado, porque "as numerosas vontades individuais em ação na história produzem, na maioria das vezes, resultados inteiramente diferentes dos resultados desejados, e freqüentemente opostos a esses resultados desejados, e que, por conseguinte, os seus móveis, igualmente, não tem mais do que uma importância secundaria para o conjunto do resultado. Por outro lado, restaria saber que forças motrizes se ocultam, por seu turno, por trás desses móveis, quais são as causas históricas que, na cabeça dos homens atuantes, se transformam em tais móveis". A seqüência da exposição de Engels precisa o problema: são essas forças motrizes que devem ser definidas, isto é, as forças que "põem em movimento povos inteiros e por sua vez, em cada povo, classes inteiras; e isso... através de uma ação durável e que resulta em uma grande transformação histórica". A essência do marxismo científico consiste em reconhecer a independência das forças motrizes reais da história com relação à consciência (psicológica) que os homens têm dela.

No nível mais primitivo do conhecimento, essa independência se expressa, originariamente, no fato de que os homens vêem uma espécie de natureza nessas forças, e que nelas, e nas leis que as unem, distinguem leis Naturais "eternas". "A reflexão sobre as formas da vida humana", diz Marx a propósito do pensamento burguês, "e, portanto, sua análise científica, toma, em geral, um caminho que é o oposto ao da evolução real. Essa reflexão começa a súbitas, e, por conseguinte, pelos resultados acabados do processo de evolução. As formas... já possuem a estabilidade das formas naturais da vida social, antes que os homens procurem levar em conta não o caráter histórico dessas formas que de preferência lhes parecem já imutáveis - mas do seu conteúdo" [2] Marx opõe a esse dogmatismo - cujas expressões foram, de um lado, a teoria do Estado da Filosofia clássica alemã, e, de outro, a Economia de Smith e de Ricardo - um criticismo, uma teoria da teoria, uma consciência de classe. Sob muitos aspectos, é esse criticismo uma crítica histórica que dissolve, antes de tudo, nas configurações sociais, o caráter fixo, natural, subtraído ao devir; que revela a origem histórica dessas configurações, e que, conseqüentemente, e sob todos os pontos de vista, estão submetidas ao devir histórico e também predestinadas ao declínio histórico. A história, por conseguinte, não ataca unicamente o interior do domínio da validade dessas formas (o que implicaria ser a história apenas a mudança dos conteúdos, dos homens, das situações, etc., segundo princípios sociais eternamente válidos); e tampouco essas formas são o alvo a que toda a história se propõe, cuja realização aboliria toda a história, ao ter esta cumprido sua missão. Ao contrário, a história é, antes de mais nada, a história dessas formas, de sua transformação, enquanto formas da reunião dos homens em sociedade, formas que, a partir das relações econômicas objetivas, dominam todas as relações dos homens entre si (e, por conseguinte, também as relações dos homens com eles próprios, com a natureza, etc.).

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Expulsa....

Pois é.......
tenho ideias, tenho ideais...
Mas eles não são muito bem vindos.
Por ter ideias, por ter ideias sou expula.
Sumariamente expulsa do orkut.
Estou fora da rede mundial de relacionamentos mais famosa do mundo por defender ideias que não são racistas, homofobicas, machistas ou preconceituosas.
Mas tenho ideias.
Tenho ideais de um mundo socialista.
Um mundo livre.
Um mundo que tenha espaço para a Palestina e os palestinos.
Um mundo sem o Estado de Israel.
E só esta ideia me coloca para fora do orkut.
Hoje estou brava, irritada, e com a certeza de que tanto minhas ideias como meus ideais um dia hão de ser realidade.
Um dia, não distante hei de viver a alegria de um povo de volta a sua morada.
Free Palestine!!!!!

sexta-feira, 30 de maio de 2008

VOmite para quem participa dessa idiotice !

VOMITE PARA QUEM APÓIA E PARTICIPA DESSA IDIOTICE.

Boicote cada patrocinador desta festa !

ENTRE NO SITE:
www.pea.org.br

E VEJA A LISTA DE EMPRESAS E BOICOTE TODAS.
JAMAIS APOIE EMPRESAS QUE PATROCINAM A CRUELDADE CONTRA ANIMAIS.

quinta-feira, 29 de maio de 2008

segunda-feira, 26 de maio de 2008

Rodeios. Imbecilidade total !


Até quando essa idiotice existirá ?
Até quando essa imbecilidade terá o aval da lei e do Estado,por puro interesse comercial ?

A Igreja e o Estado - Michael Bakunin

Diz-se que o acordo e a solidariedade universal dos interesses dos indivíduos e da sociedade nunca poderá realizar-se de fato, porque seus interesses, sendo contraditórios, não estão em condições de contrabalançar-se de si mesmo ou de chegar a uma interpretação qualquer. A tal objeção eu responderia que, se, até hoje, os interesses nunca e em lugar algum estiveram de mútuo acordo, foi por causa do Estado, que sacrificou os interesses da maioria em proveito de uma minoria privilegiada. Eis por que esta famosa incompatibilidade e esta luta de interesses pessoais com os da sociedade nada mais é do que um logro e uma mentira política, nascido da mentira teológica, que criou a doutrina do pecado original para desonrar o homem e destruir nele a consciência de seu próprio valor.

Esta mesma falsa idéia de antagonismo de interesses foi gerada também pelos sonhos da metafísica que, como se sabe, é parente próxima da teologia. Desconhecendo a sociabilidade da natureza humana, a metafísica olhava a sociedade como um aglomerado mecânico e puramente artificial de indivíduos, associados de repente, em nome um tratado qualquer formal ou secreto, concluído livremente ou por influência de uma força superior. Antes de unirem-se em sociedade, estes indivíduo dotados de uma espécie de alma imortal gozavam de inteira liberdade.

Vê-se que nos sistemas metafísicos e teológicos tudo se liga e se explica por si mesmos. Eis por que os defensores lógicos destes sistemas podem e até devem, com a consciência tranqüila, continuar a explorar as massas populares por meio da Igreja e do Estado. Enchendo seus bolsos e saciando todos seus sujos desejos, podem ao mesmo tempo consolar-se com o pensamento de que sofrem pela glória de deus, pela vitória da civilização e pela felicidade eterna do proletariado.

Nós, contudo, não acreditando em deus nem na imortalidade da alma, nem na própria liberdade da vontade, afirmamos que a liberdade deve ser compreendida, na sua acepção mais completa e mais ampla, como a finalidade do progresso histórico da humanidade. Por um estranho, embora lógico, contraste, nosso adversários idealistas da teologia e da metafísica tomam o,princípio da liberdade como fundamento e base de suas teorias, para concluir candidamente que a escravidão dos homens é indispensável. Nós outros, materialistas em teoria, tendemos na prática a criar e a tornar durável um idealismo racional e nobre. Nossos inimigos,idealistas divinos e transcendentais,caem no materialismo prático, sanguinário e vil, em nome da própria lógica, segundo a qual cada desenvolvimento é a negação do princípio fundamental.
Estamos convencidos de que toda a riqueza do desenvolvimento intelectual, moral e material do homem, assim como sua aparente independência, é o produto da vida em sociedade.


Este texto de Bakunin tão atual,foi publicado em 1871 no livro a Comuna de Paris e a Noção de Estado.
Num próximo post,concluirei este texto.

domingo, 25 de maio de 2008

Do Socialismo Utópico ao Socialismo Científico - Engels

Aqui mais um texto revolucionário e de ideais,escrito por Engels e que transcrevo para nosso saber.
Aproveitem !!!



"O Socialismo modernos, em primeiro lugar, pelo seu conteúdo, fruto do reflexo na inteligência, por um lado dos antagonismo de classe que imperam na moderna sociedade entre possuidores e despossuídos, capitalistas e operários assalariados, e, por outro lado, da anarquia que reina na produção. Pela sua forma teórica, porém, o Socialismo começa apresentar-se como uma continuação, mais desenvolvida e mais consequentes, dos princípios proclamados pelos grandes pensadores franceses do século XVIII. Como toda a teoria, o Socialismo, embora tivesse as suas raízes nos fatos materiais econômico, teve de ligar-se, ao nascer, as idéias existentes.

Os grandes homens que na, França, iluminaram os cérebros para a revolução que havia de se desencadear, adotaram uma atitude resolutamente revolucionária.

Não reconheciam autoridade exterior de nenhuma espécie. A religião, a concepção da natureza, a sociedade, a ordem estatal; tudo eles submetiam a crítica mais impiedosa; tudo quanto existia devia justificar a sua existência ante o foro da razão, ou renunciar a continuar existindo. A tudo se aplicava como rasura única a razão pensante. Era a época em que, segundo Hegel, ' o mundo girava sobre a cabeça', primeiro no sentido de que a cabeça humana e os princípios estabelecidos pela sua especulação reclamavam o direito de ser acatados como base de todos os atos humanos e de toda a relação social, e logo também, no sentido mais amplo de que a realidade que não se ajustava a essas conclusões se subvertida,de fato, desde os alicerces até o alto. Todas as formas anteriores de sociedade e de Estado,todas as leis tradicionais,foram atiradas ao lixo como irracionais; até então o mundo deixara-se governar por puros preconceitos; todo o passado não merecia senão comiseração e desprezo. Só agora despontava a aurora, o reino da razão; daqui por diante a superstição, a injustiça, o privilégio e a opressão seriam substituídos pela verdade eterna, pela eterna justiça, pela igualdade baseada na natureza e pelos inalienáveis do homem."

sábado, 24 de maio de 2008

ATÉ QUANDO A DIFERENÇA SOCIAL REINARÁ EM NOSSO PAÍS ?
ATÉ QUANDO FICAREMOS CALADOS ?
É HORA DE MUDAR !!!
É HORA DE AGIR !!!

SÓ MUDAREMOS,QUANDO MUDARMOS NOSSO IDEAIS. ENTÃO CHEGA DE CONFORMISMO.
GRITE !!!!!
MUDANÇA !!!

Cultura e Revolução Cultural

Transcrevo aos leitores um texto de Lênin sobre o Marxismo,em seu livro "Cultura e Revolução Cultural.

" A doutrina de Marx suscita em todo o mundo civilizado a maior hostilidade e o maior ódio de toda a ciência burguesa ( tanto a oficial com a liberal), que vê no Marxismo algo assim como uma "seita nefasta". E não se pode esperar outra atitude, pois numa sociedade erigida sobre a luta de classes não pode haver uma ciência social imparcial. De um modo ou de outro,toda a ciência oficial e liberal defende a escravidão assalariada, enquanto o Marxismo declarou uma guerra imparcial numa sociedade de escravidão assalariada, seria a mesma pueril ingenuidade que esperar dos industriais imparcialidade quanto à conveniência de aumentar dos lucros do capital.
Há mais,porém. A história da filosofia e a história das ciências sociais ensinam com toda a certeza que não há nada no Marxismo que se assemelhe ao sectarismo, no sentido de uma doutrina encerrada em si mesma, rígida, surgida à margem do caminho real do desenvolvimento da civilização mundial.
Ao contrário, o gênio de Marx reside, precisamente em haver dado a solução os problemas levantados antes pelo pensamento avançado da humanidade. Sua doutrina surgiu como continuação direta e imediata das doutrinas dos maiores representantes da filosofia, da economia política e do socialismo.
A doutrina de Marx é todo-poderosa porque é verdadeira.
É completa e harmônica, dando aos homens uma concepção do mundo íntegra, intransigente em face de toda superstição, de toda reação e de toda defesa da opressão burguesa. O Marxismo é o sucessor natural do melhor que a humanidade criou no século. A filosofia alemã, a economia política inglesa e o socialismo francês."

Ao longo do Blog,postarei mais textos ideais, em alguns terão comentários meus, mas peço que comentem, assim possamos compartilhar idéias